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{Sábado, Setembro 06, 2003}


Deu na Folha hoje uma matéria muito legal, apesar de muito curta, sobre o site de um projeto chamado Book Crossing. Trata-se de um movimento que prega o abandono de livros por aí! Massa né? Você encontra um livro por aí, com devida identificação e explicações, lê o livro, cadastra-se do site dizendo as suas impressões sobre ele e tudo mais, e então deve deixá-lo em algum lugar público, onde outra pessoa vai achá-lo. Se não me engano, há mais de 200 livros perdidos só no Brasil. No geral, são centenas de milhares!
E ainda existe uma campanha para que, como "comemoração" de 2 anos do 11 de Setembro, aconteça um abandono em massa de livros pelas cidades!
Eu estou pensando seriamente em largar uns livros por aí... Quem sabe não faço a vida de alguém melhor?
O site do projeto é www.bookcrossing.com.
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 1:15 AM
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É... realmente parece que nem todo americano é debilóide!
O astro de Piratas do Caribe (além de filmes bem mais legais, como A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça e O Último Portal) Johny Depp ando soltando o verbo contra o seu país natal.
Em uma entrevista para uma revista alemã, Depp teria dito que seu país é como "um cãozinho estúpido com dentes grandes, que pode fazer muito estrago". Além disso, Depp teria dito que procura apresentar os EUA para seus filhos como "um brinqudo quebrado".
Um dia depois da publicação da tal revista, Depp lançou uma declaração dizendo que é americano, ama seu país, e que suas palavras foram "radicalmente tiradas do contexto original". Ou seja: deu uma desculpinha para não ficar chato, mas a essência dos fatos foi mantida. Ele não retirou o que disse.
Aliás, neste sábado vai passar no SBT o filme O Último Portal, estrelado por Depp e produzido por Roman Polanski. A conferir...
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 1:03 AM

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{Sexta-feira, Setembro 05, 2003}


Frase do Millôr Fernandes muito útil para quem costuma criticar (como eu faço, por vezes, especialmente se tratando dos americanos, aquele bando de comedores de hamburgers...) de uma maneira generalizante grupos específicos:
"Toda generalização é errada menos esta".
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 3:37 AM
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Vocês viram só!?! Os Estados Unidos tão querendo auxílio internacional no Iraque agora!!! Um general lá disse que "os Estados Unidos já fizeram muito nesta guerra, agora é hora dos outros países colaborarem também".... É mole??? Ainda se eles tivessem o aval da ONU, mas nem isso!!! Ficou todo o mundo dizendo: não vai nessa que é cagada... pra que mexer em vespero... Mas naaaaum.... Eles tavam loucos para mais uma guerrinha... Acho que a do Vietnan e a do Golfo já estavam saturando Hollywood, então eles tiveram que fazer essa, para gerar mais roteiros...
Eles fazem a cagada, e ainda falam que o resto do mundo é que é mal-agradecido e não envia tropas para ajudar eles... Tomara que o mundo resista ao Bush até as próximas eleições!!! E ainda por cima dizem que ele tem chances de ser reeleito! Tudo por causa dessa guerra ridícula. Só os americanos mesmo para se sentirem engrandecidos por terem feito uma bobagem sem tamanho dessas!!!! Grrrrrrrrr...!!!!
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 3:35 AM

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{Quinta-feira, Setembro 04, 2003}


Bom... o Blog já não está mais tão vazio... eu até que tenho me dedicado bastantes a ele....
Então por que que eu tenho a impressão de que ninguém sabe da existência dele....?
Alguém aí que por acaso venha a entrar... deixe um comment!!!
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 2:29 AM
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Eu já chupinzei demais mesmo da Folha hoje... Mas eu lí essa crônica no jornal hoje e gostaria muito de dividir ela com vocês... Marcelo Coelho é atualmente meu cronista predileto da última página da Ilustrada, bem melhor que o Cony, que apesar de muito bonito e elegante, acaba sendo também bastante desinteressante...

O mundo dos antigripais e dos xaropes
Andei afônico na última semana, e com todos os sintomas correlatos: garganta irritada, tosse, obstrução das vias respiratórias (para falar como as bulas de remédio) e, sem dúvida, fortes sinais de impaciência. A sensação que eu tinha era de estar gritando o tempo todo, sem que ninguém me ouvisse, e de tanto gritar a gente corre o risco de ficar furioso.
Sou um grande consumidor de remédios, em especial os que não servem para nada e os que servem para tudo; há prateleiras especiais nas farmácias para comprimidos de berinjela, alcachofra, cascas de crustáceos. Não sei o que curam, o que previnem; na pior das hipóteses, devem ser bons para o fígado. Todo brasileiro acha que sofre do fígado, aliás. Eu não sofro, mas compro. Comprar faz bem para o organismo em geral.
A tosse me deu pretexto para entrar no mundo dos antigripais e dos xaropes. Meus experimentos nessa área seguem critérios estritos. Procuro os remédios de nome mais simpático, óbvio e popular. Nada de comprimidos de AAS, por exemplo, se posso recorrer a um clássico como Melhoral. Ou o mais recente Doril.
Melhoral é imbatível. Com seu otimismo gradualista, vago, quase modesto, é o remédio dos remédios; promete melhoras. Eis um nome que resume toda a medicina. Doril, sob esse aspecto, é até mais científico. Restringe-se a uma moléstia precisa, a dor; talvez a dor aguda, a dor fina, que se expressa no "i" do nome.
Faça-se aqui uma homenagem ao mais vago de todos os nomes de remédio, que nem de remédio é: Sonrisal, algo entre o sol e o sorriso, flutuando branco num copo do mais puro e expansivo bem-estar.
Em resumo, gosto dos remédios que já são a própria receita; os remédios cujo rótulo é a própria bula; os que trazem dentro de si a doença e a cura. Os produtos para emagrecer, por exemplo: Magrix, Obesonon. Entre a respiração e o resfriado, Resprin. Para azia, dor de estômago, Estomazil: recomendo o sabor abacaxi, que traz à língua uma sensação de acidez neutralizada. Mas Digesan também serve.
Um médico contou-me que, em tempos idos, lançaram na praça um produto chamado Diarrhon. Não sei se é verdade, mas como para hemorróidas existe o Anusol, tudo é possível.
O capítulo dos expectorantes e antitussígenos é, certamente, o mais extenso. Por que comprar um xarope tão neutro e lacônico como o M.M., e mesmo o drummondiano Bromil, se há nas prateleiras o Pulmomel? O Bronquivita? O Mucotoss?
Alguns até exageram na simplicidade. Um dos mais populares é o Tiratosse, mas aí se perde toda a poesia da coisa. O Melagrião é honesto, só que doméstico demais. Tudo fica melhor quando o nome do remédio tem uma ponta de inexplícito, operando pela aproximação; ao eliminar uma vogal, ou reservando um x para o fim, consegue-se o efeito de sugerir algo de técnico, de químico, de laboratorial. Broncoflux, por exemplo; ou Mucoflon, ou Expec.
O mais elegante, nessa linha, é o Fluimucil, quase abstrato na sua referência a muco e a fluir. O mais rude, obra de engenharia industrial, é o Bronxol. Sabor menta, incolor, sem açúcar. Coisa de macho.
Se considero todos esses nomes divertidos, e mesmo tocantes, é porque parecem registrar, no ambiente asséptico e estéril das farmácias, os traços de uma cultura popular, ingênua, transparente em suas intenções de significação.
Tudo é o que é: o remédio que tira a tosse se chama Tiratosse, do mesmo modo que, numa padaria, um pão é chamado de pão, e quem pedir um pão com queijo terá um pão com queijo. Em outro artigo já falei dessa utopia de transparência, de literalidade absoluta. Dos cartazes de beira de estrada aos nomes de remédio, existe um sistema de representações que aparentemente desconhece a obliquidade, a ironia, e talvez a ...arte.
Pelo menos se entendermos como mais "artístico" tudo aquilo que foge da réplica do real. Um nome de xarope como M.M. é a arte abstrata, a arte erudita da farmacopéia pulmonar. Os Tiratosses e Estomazis são a pintura figurativa, a presentificação quase mágica do puro significado, da referência sem espessura, do real.
A diferença entre um Melhoral e um AAS talvez seja a diferença entre a pintura acadêmica e a arte moderna. Se isso for verdade, creio ter encontrado nas prateleiras da farmácia os primeiros exemplares do pós-modernismo em matéria de nome de remédio.
É que surgiu um descongestionante nasal de nome simples, irresistível mercadologicamente, e ao mesmo tempo irônico, oblíquo. Trata-se do Snif. Existe mesmo. Snif. Um nome desses vale um resfriado. Substituiu-se o realismo figural (Nasoflux, que sei eu) pela onomatopéia.
A referência às histórias em quadrinhos, apesar de reconhecível, não é ingênua, mas sim irônica. Um nome de remédio irônico... há outro, um pouco menos, mas que vai na mesma linha: são pastilhas para tosse, do tipo Benalet, mas que tem o nome de Endcoff.
Uma nova transparência de significados -que presume, entre outras coisas, o traquejo com os códigos da cultura de massa e a familiaridade globalizada com o inglês- surge aqui, pós-modernamente, carregada de subentendidos e sem nenhum traço de rusticidade popular. Ao mesmo tempo estéril, asséptico, e imediato, sem rodeios, sem mistérios, Snif é o nome de remédio do século 21. Que se cuidem os Sonrisais e Digesans.



posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 2:23 AM
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Começou o Salão Internacional de Humor de Piracicaba! Piracicabanos, não percam! Se vcs tiverem sorte podem até topar com o Ziraldo por lá! Ou o Laerte!

posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 2:06 AM
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Amiguinhos, essa eu vou chupinzar na cara de pau, inteirinha, da Folha On-line... Nem tem muito o que comentar:

"Clapton foi barrado nos Stones por ser "preguiçoso", diz Keith Richards
da France Presse, em Londres

O veterano guitarrista Eric Clapton estaria desesperado para tocar com os Rolling Stones, mas nunca teria sido aceito pela banda por ser muito "preguiçoso", declarou o guitarrista do lendário grupo de rock britânico, Keith Richards, em número especial da revista Mojo, especializada em rock.

Segundo Richards, o ex-guitarrista do grupo Cream sonhava fazer parte dos Stones após a saída de Mick Taylor, em 1974.

"Mas [ele] nunca nos pediu. Na verdade, esperava que nós o chamássemos", afirmou.

"'Por que nunca me chamaram?', ele me perguntou não faz muito tempo", disse o guitarrista. "'Porque você é do tipo que deve tocar sozinho', respondi", continuou Keith Richards.

"Há músicos feitos para tocar em grupo e outros, não. Se havia alguém mais preguiçoso que eu, era Eric", disse o guitarrista do grupo britânico.

Na época, Eric Clapton acabava de lançar um de seus primeiros grandes sucessos, "I Shot the Sheriff".

- Já imaginaram? a formação atual dos Stones poderia contar com Eric Clapton! Mas acho que Keith tem razão, algumas estrelas devem brilhar sozinhas...
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 2:01 AM
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Opa, opa, opa!!!
Esqueçam uma boa parte do que eu acabei de escrever (dei uma de FHC agora, naum...)
Acabei de ler na Folha On-line um relato do Gilberto Dimenstein que diz que o Ministro Cristovam Buarque é contra essas mudanças que foram apresentadas por uma Comissão como SUGESTÃO... Ele inclusive disse que vai ser ainda mais rigoroso com as faculdades ruins do que se é atualmente, e que sua biografia estaria manchada se esse tipo de mudança ocorresse com ele no comando! Muito bom!!!
Eu assumo que botei o carro nas frentes dos bois...
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 1:55 AM
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Olha, o próximo assunto é mais importante...
Pelo jeito vão mesmo acabar com o provão... Sinceramente, eu não entendo por quê a UNE e uma boa parte dos alunos universitários sempre se colocaram tão contra o Provão. Eu até entendo que ele pode ter sido mal elaborado... as perguntas podiam não bater com a realidade das profissões... Mas isso se pode corrigir!
Na verdade, eles não estão "acabando" com a avaliação das faculdades, mas é como se estivessem. O novo método de avaliação não vai contar mais com as notas que os cursos recebiam. Ela vai servir simplesmente para que se tenha uma noção de como os cursos de tal área estão no Brasil. Não haverá distinção entre cada faculdade. Ou seja, os alunos que vão prestar vestibular vão perder esse importante referencial para a sua escolha!
Na minha opinião, isso caiu direitinho no colo dos poderosos donos de redes de faculdades particulares sem qualidade (especialmente a UNIP, do mesmo dono da rede Objetivo, que tem fortes ligações com todos os Ministros da Educação que pintam). Afinal, é mal para a publicidade o curso deles aparecerem com ume "Ezão" no conceito do MEC.

Enquanto isso, eu vi hoje na televisão uma propaganda de uma organização de médicos. Eles estavam dizendo, se não me engano, que mandaram uma sugestão para o Ministério da Educação ou outro órgão qualquer responsável dizendo que não deveriam mais ser abertos cursos de Medicina no Brasil! Diziam que faziam isso para proteger a qualidade dos profissionais... Francamente... Se o problema é a qualidade dos profissionais, basta o MEC controlar a qualidade dos cursos. Afinal, nenhum curso é aberto se não tem a autorização devida. E essa autorização só vem se é apresentada a devida competência. Ou pelo menso deveria ser assim. Agora, esse negócio de proibir que se abra QUALQUER curso de medicina no país, isso é puro medo de concorrência!!! Os doutorezinhos tão com medo de que ocorra algo semelhante a o que acontece em Cuba, onde tem médico dirigindo táxi...
O pior é que se você chegar para qualquer um desses caras e perguntar por que ele escolheu essa profissão ele vai dizer que é porque adora ajudar gente, que é por conta do sentimento humanitário dele... BALELA! O que eles querem é status e dinheiro! O Brasil precisa sim de muitos médicos! Acontece que eles são necessários não para fazer plásticas nas madames, mas sim no sertão nordestino, nos acampamentos dos Sem Terra! Só que lá eles não ganham dinheiro, né? Cadê o espírito humanitário agora? Vou te contar... Não que todo médio seja cretino, mas que é uma profissão que atrai muito a cretinada em geral é!
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 1:47 AM
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Olá! Hoje tenho muito o que escrever... mas tô meio com sono, então não estranhe se sair tudo meio torto...

Bem, vou começar com uma boa, que eu acabei de ver no site Terra: Arnold Schwazenegger foi atingido por um projétil disparado do público enquanto estava se encaminhando para o palanque de um comício. Para infelicidade dos californianos, o projétil em questão era um ovo... O comentário do fortão após receber o presentinho no paletó foi dígno de Mário de Andrade: "Esse menino fica me devendo o bacon! Não existe ovo sem bacon!" Uma clara evocação da cena da morte de Pietro Pietra em Macunaíma. Mesmo após a demonstração de carinho, o discurso de Arnold foi abertamente racista. Ele prometeu o endurecimento da segurança na fronteira com o México (ou seja, tiro nos cucarachas que queiram entrar nos states...) e se colocou contra a prestação de serviços públicos a quem não tiver os documentos em dia (serviços como leitos nos hospitais, escolas públicas...). Pelamordedeus.... :-/
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 1:26 AM

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{Terça-feira, Setembro 02, 2003}



Os malfeitores do mundo hoje respiram um pouco mais aliviados. Faleceu no último sábado (e eu só fiquei sabendo hoje, pela Folha!!! que atraso, hein!), vítima de uma pneumonia aos 81 anos de idade, esse expoente do cinema-para-macho: Charles Bronson.
O protagonista de Desejo de Matar, Desejo de Matar 2, etc, etc... estava internado havia semanas em Los Angeles. Até mesmo os fãs de seu arqui-rival Chuck Norris sentem sua falta, assim como a falta de sua Magnum 0.40, que a tantos assassinos, ladrões, estupradores e bandidos em geral deu um fim.
Charles Bronson em seus filmes não falava, não pestanejava, nem mesmo pensava: matava! Sua cara de mal lhe rendeu na França o apelido de "le Sacre Monstre"(Monstro sagrado, muito mais monstro do que sagrado, convenhamos...) e de "il Brutto"(não se engane, Brutto significa Feio mesmo...). Certa vez ele mesmo chegou a definir-se, muito propriamente, da seguinte maneira: "Acho que pareço uma pedreira que alguém dinamitou".

Charles nos deixou uma lição que o mundo não deve esquecer: quando a vida lhe vira o rosto, pegue sua arma e atire na nuca dela!
Há quem diga, inclusive, que o matador Bronson na verdade é um Mexicano, que entrou nos EUA na década de 20 e matou o verdadeiro Charles Bronson, roubando sua identidade. O nome real do Bronson que conhecemos seria Carlito Madruga, e ele seria irmão mais velho de outro grande astro, que teria permanecido no país de origem:

posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 10:03 PM

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{Segunda-feira, Setembro 01, 2003}


Tomara que o Laerte não fique bravo por eu colocar as tiras dele aqui...

posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 12:57 AM
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Putz, essa é demais!!! Se vc tiver acesso à Folha de São Paulo (acho que dá pra ver pela internet), dê uma olhada no caderno Ilustrada, página 4! Fala sobre o novo fenômeno de mídia norte-americana, Ann Coulter! Para defini-la bem, é como se a Barbie resolvesse escrever um livro sobre política. Ela defende a doutrina Bush, a doutrina McCarthy, Richard Nixon, e acha que o comunismo foi "o maior diabo do século"(palavras dela!). E o pior é que ela tá vendendo livro pra caramba. Isto é, ela não é só gostosa defendendo as posses que herdou do papai, ela é uma INTELECTUAL gostosa defendendo as posses que herdou do papai!!!!
Uma das sugestões da Barbie é que os árabes simplesmente SEJAM PROIBIDOS DE USAREM AVIÕES!!! Ela é como o antagonista de Michael Moore! Só nos states mesmo...
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 12:47 AM
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Olha que absurdo isso: parece que uma empresa de cigarros norte americana, a Freedom Tobacco Internacional Inc tá oferecendo para celebridades estoques vitalícios de cigarro, e em troca esses famosos devem simplesmente aparecer em eventos públicos fumando! Que puta sacanagem, hein! Esse caras do indústria tabagista é filho da puta mesmo! Além de enganar o povo atrelando uma falsa imagem de sucesso ao produto, ainda vai ajudar a matar mais rápido artistas...
Essa notícia eu vi no Omelete.com.br.
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 12:33 AM
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é... nada de muito novo debaixo do sol. Mas vamo vê se a gente consegue expremer alguma coisa:

Prá princípio de conversa, a coluna do Clóvis Rossi hoje na Folha fala sobre as grandes chances de Hillary Clinton se tornar a próxima rainha do universo (presidente dos EUA). Eu acho é bom! Nada a ver com o fato de ela ser mulher, é mais pelo fato de ela ser Democrata e, até onde eu sei, muito sensata. Bem diferente da mistura de Ronald Golias e John Wayne que ocupa o salão oval hoje em dia... Meu medo é que, caso seja eleita, ela tenha uma neura de não se mostrar "fraca" frente à opinião pública (devido a ela ser a primeira presidentA dos EUA, ou de qualquer país) e começar a ter atitudes que fujam à razão. Parece estranho, mas é bem possível...
Um bom exemplo é o "primeiro governo de esquerda do Brasil", que segundo muitos está sendo mais de direita do que o anterior. Aliás, na mesma folha está o resultado de algumas pesquisas a esse respeito: a popularidade do Lula subiu, agora ele tem 45% de ótimo/bom contra 42% na pesquisa anterior. Outro dado aponta que 28% do povo considera o governo atual "de direita", enquanto 22% o considera de esquerda, 11% considera centro-esquerda, 12% centro e 10% centro direita, sendo que 16% foram sábios e humildes o suficiente para dizer que não sabem.
posted by FERNANDO DE BRITO GARCIA 12:29 AM

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